EMPRÉSTIMO COM GARANTIA DE IMÓVEL: POR QUE ELE É A MELHOR OPÇÃO?

Se você perdeu o controle das finanças e acabou ficando no vermelho, é hora de dizer adeus às dívidas e retomar o equilíbrio. Como fazer isso? O refinanciamento de imóvel é uma boa saída.

A ideia é trocar as dívidas que possuem taxa de juros alta por outra que é mais barata, tem a cobrança dos menores índices do mercado e oferece um prazo de pagamento maior.

O resultado? Você consegue quitar as contas em aberto, reduzir significativamente o acúmulo de juros ao longo do tempo e ter uma dívida mais estável, que pode ser dividida em prestações suaves e que cabem no seu orçamento.

É o que deseja? Então acompanhe este post! Aqui, vamos mostrar por que o refinanciamento (também chamado de home equity, hipoteca e crédito com garantia de imóvel) é a melhor opção e quais são as vantagens de tomar essa decisão. Vamos lá?

O QUE É O REFINANCIAMENTO DE IMÓVEL?

Essa é uma forma de obter empréstimo pessoal dando o seu imóvel como garantia. Nessa linha de empréstimo, você tem acesso a juros baixos em comparação a outros tipos de crédito e ainda tem a possibilidade de saldar a dívida em um prazo mais longo.

O crédito com garantia de imóvel é uma modalidade bastante conhecida nos Estados Unidos e está em crescimento no Brasil. O requisito é ter um imóvel em seu nome.

Você pode conseguir um valor de até 60% do valor do bem e pagar em até 360 meses (30 anos). Isso significa que é possível pegar emprestado um montante alto e quitá-lo com prestações reduzidas. Essa opção é muito interessante para quem tem dívidas acumuladas com juros altos.

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS VANTAGENS?

O crédito com garantia de imóvel apresenta diversos benefícios. Veja a seguir quais são os mais relevantes:

BAIXA TAXA DE JUROS

Alguns empréstimos costumam apresentar juros altos como forma de compensar a possibilidade de não pagamento das parcelas. As dívidas mais comuns com essa característica são o cheque especial e o cartão de crédito.

No segundo caso, de acordo com dados do Banco Central divulgados pelo G1, os juros do rotativo chegam a 490,3% ao ano! Já a taxa do cheque especial é de, em média, 13,53%, com afirma o levantamento realizado pelo Procon de São Paulo e também divulgado pelo G1.

Por sua vez, o crédito com garantia de imóvel tem índice menor que 2% ao mês. Percebeu a diferença? É por isso que você deve aproveitar para trocar sua dívida cara por essa mais barata.

LONGO PRAZO DE PAGAMENTO

O prazo de pagamento é longo e varia conforme a instituição financeira, podendo ser de 10 a 30 anos. O mais comum é que o limite mínimo seja de 12 meses e o máximo de 180 meses (15 anos).

Esse prazo também vai variar de acordo com a faixa etária do tomador de crédito e sua capacidade de renda. A idade somada ao prazo solicitado de empréstimo não deve ultrapassar 80 anos e 6 meses. Por exemplo, para um casal em que a idade do mais velho for 70 anos, o prazo do empréstimo será limitado a 10 anos (70 +10). Com relação à renda, a parcela não deve ultrapassar, de modo geral, 30% da renda bruta, composta ou não.

ALTO VALOR OFERECIDO

O valor do empréstimo em geral é de 60% do valor do imóvel. Isso significa que, se sua casa valer R$ 200 mil, o montante máximo que você poderá receber é de R$ 120 mil. Há algumas instituições que impõem um limite de crédito, por exemplo: entre R$ 30 mil e R$ 500 mil.

O fato é que você pode ter acesso a um valor bem significativo e sem muita burocracia. Serão feitas apenas uma análise cadastral e uma avaliação do bem a fim de saber se o preço dele está determinado corretamente.

FLEXIBILIDADE NO USO DO DINHEIRO

É possível utilizar o montante conseguido com o empréstimo para qualquer finalidade — ou para várias. Por exemplo: além de saldar todas as suas dívidas, você pode aplicar o restante em CDBs, LCIs e LCAs a fim de render juros ou investir em negócio próprio, estudos de seus filhos ou seu próprio.

Outras opções são abrir seu negócio próprio, comprar outro imóvel, pagar o estudo dos filhos, fazer uma viagem em família etc. É você quem manda e não há necessidade de comprovar ou justificar a destinação do dinheiro.